21/01/2011

Posted | 0 Comments

RESPONSABILIDADE SOBERANA

Qual a responsabilidade soberana em sua vida? Esta não é uma pergunta fácil. Entre todas as responsabilidades que você tem, qual a que é sobre todas as outras? Qual a que você não poderia deixar de realizar de forma alguma?
Enquanto você pensa, gostaria de retroceder no tempo até o capítulo 4 de Atos dos Após-tolos. Ali encontramos Pedro e João sendo presos pelas autoridades judaicas, depois de haverem curado um coxo, que mendigava à porta do templo. O texto destaca que foram presos porque os saduceus ficaram ressentidos “que eles ensinassem o povo, e anunciassem em Jesus a ressurreição dentre os mortos” (2). Ficaram presos até o dia seguinte. Foram, então, apresentados às autoridades religiosas, reunidas para o julgamento da questão. Depois de uma intrépida defesa de Pedro, retiram-nos do ressinto, para a votação em secreto da sentença. Chegaram à conclusão que a saída seria amea-çá-los, para que não falassem de Jesus a quem quer que fosse (17). Pensaram: “afinal somos as maio-res autoridades deste país, uma sentença nossa é soberana, e nenhum judeu de bom senso ousará desobedecê-la”. Sentença tomada, Pedro e João foram conduzidos de volta à sala de reunião para ouvi-la. Em alto e bom som foi feito o comunicado: “que de hoje em diante vocês absolutamente não falem, nem ensinem em o nome de Jesus” (18). Você já se imaginou no lugar dos dois?
Estava lançada naquele tribunal religioso uma disputa de poder: Jesus ou o Sinédrio? Após o anúncio da sentença, todos esperavam que aqueles dois discípulos “iletrados e incultos” (13) saíssem de cabeça baixa. Mas, não foi o que ocorreu. Pedro e João, em coro, responderam: “Julgai vós se é justo diante de Deus ouvir-vos antes a vós do que a Deus; pois nós não podemos deixar de falar das coisas que temos visto e ouvido” (19,20). Pedro e João entendiam que haviam recebido uma responsabilidade soberana, nenhuma outra ordem ou tarefa poderia neutralizar a ordem vinda do Senhor Jesus.
Fico a pensar nas vezes que nos calamos. Deixamos de pregar e ensinar em nome de Jesus por motivos menos sérios do que os que estavam tendo aqueles dois discípulos. Calamo-nos por como-dismo, por medo, por vergonha e até para não desagradar alguns. Não entendemos que a responsabili-dade que nos foi dada pelo Senhor é soberana. E, pelo nosso silêncio, condenamos à morte e perdição, amigos, parentes, vizinhos, pessoas que dizemos amar. Não é contraditório? Dizemos que os amamos e os deixamos ir para a perdição e sofrimento eternos.
Há alguns elementos no texto que ressaltam porque Pedro e João viviam a responsabilida-de recebida do Senhor como soberana. O mais interessante é que estes elementos são destacados pelos que os prenderam e os ameaçavam. Veja o texto: “reconheciam que haviam estado com Jesus” (13); diante da cura do coxo “não tinham o que dizer em contrário” (14); O que havia sido feito por Pedro e João era “um sinal notório…e não podemos negar” (16). Havia ali um fato insofismável; ninguém podia negar, argumento algum poderia refutá-lo. As autoridades religiosas reunidas na ocasião tam-bém admitiam que o poder de argumentação e a intrepidez daqueles discípulos não eram recursos pessoais, mas se deviam ao fato de terem convivido com Jesus. Talvez aqui resida uma falha grosseira nossa: falta de convivência com Jesus. Por não convivermos com Ele, por nos mantermos distantes, não vivenciamos sua soberania.
Mesmo coma a prisão e ameaças, o texto faz um registro com o qual encerro esta pastoral: “muitos, porém, dos que ouviram a palavra, creram, e se elevou o número dos homens a quase cinco mil” (4). ALELUIA!
Pr. Gilvan Barbosa

Qual a responsabilidade soberana em sua vida? Esta não é uma pergunta fácil. Entre todas as responsabilidades que você tem, qual a que é sobre todas as outras? Qual a que você não poderia deixar de realizar de forma alguma?Enquanto você pensa, gostaria de retroceder no tempo até o capítulo 4 de Atos dos Após-tolos. Ali encontramos Pedro e João sendo presos pelas autoridades judaicas, depois de haverem curado um coxo, que mendigava à porta do templo. O texto destaca que foram presos porque os saduceus ficaram ressentidos “que eles ensinassem o povo, e anunciassem em Jesus a ressurreição dentre os mortos” (2). Ficaram presos até o dia seguinte. Foram, então, apresentados às autoridades religiosas, reunidas para o julgamento da questão. Depois de uma intrépida defesa de Pedro, retiram-nos do ressinto, para a votação em secreto da sentença. Chegaram à conclusão que a saída seria amea-çá-los, para que não falassem de Jesus a quem quer que fosse (17). Pensaram: “afinal somos as maio-res autoridades deste país, uma sentença nossa é soberana, e nenhum judeu de bom senso ousará desobedecê-la”. Sentença tomada, Pedro e João foram conduzidos de volta à sala de reunião para ouvi-la. Em alto e bom som foi feito o comunicado: “que de hoje em diante vocês absolutamente não falem, nem ensinem em o nome de Jesus” (18). Você já se imaginou no lugar dos dois?Estava lançada naquele tribunal religioso uma disputa de poder: Jesus ou o Sinédrio? Após o anúncio da sentença, todos esperavam que aqueles dois discípulos “iletrados e incultos” (13) saíssem de cabeça baixa. Mas, não foi o que ocorreu. Pedro e João, em coro, responderam: “Julgai vós se é justo diante de Deus ouvir-vos antes a vós do que a Deus; pois nós não podemos deixar de falar das coisas que temos visto e ouvido” (19,20). Pedro e João entendiam que haviam recebido uma responsabilidade soberana, nenhuma outra ordem ou tarefa poderia neutralizar a ordem vinda do Senhor Jesus.Fico a pensar nas vezes que nos calamos. Deixamos de pregar e ensinar em nome de Jesus por motivos menos sérios do que os que estavam tendo aqueles dois discípulos. Calamo-nos por como-dismo, por medo, por vergonha e até para não desagradar alguns. Não entendemos que a responsabili-dade que nos foi dada pelo Senhor é soberana. E, pelo nosso silêncio, condenamos à morte e perdição, amigos, parentes, vizinhos, pessoas que dizemos amar. Não é contraditório? Dizemos que os amamos e os deixamos ir para a perdição e sofrimento eternos.Há alguns elementos no texto que ressaltam porque Pedro e João viviam a responsabilida-de recebida do Senhor como soberana. O mais interessante é que estes elementos são destacados pelos que os prenderam e os ameaçavam. Veja o texto: “reconheciam que haviam estado com Jesus” (13); diante da cura do coxo “não tinham o que dizer em contrário” (14); O que havia sido feito por Pedro e João era “um sinal notório…e não podemos negar” (16). Havia ali um fato insofismável; ninguém podia negar, argumento algum poderia refutá-lo. As autoridades religiosas reunidas na ocasião tam-bém admitiam que o poder de argumentação e a intrepidez daqueles discípulos não eram recursos pessoais, mas se deviam ao fato de terem convivido com Jesus. Talvez aqui resida uma falha grosseira nossa: falta de convivência com Jesus. Por não convivermos com Ele, por nos mantermos distantes, não vivenciamos sua soberania.Mesmo coma a prisão e ameaças, o texto faz um registro com o qual encerro esta pastoral: “muitos, porém, dos que ouviram a palavra, creram, e se elevou o número dos homens a quase cinco mil” (4). ALELUIA!Pr. Gilvan Barbosa

Deixa um comentário

Seu e-mail näo será publicado Campos obrigatórios são marcados *

*